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Vários estudos de Idalberto Chiavenato acompanharam as organizações ao paradigma actual em termos de recursos humanos. Consequentemente na actualidade é ideia comum, por vezes em termos teóricos, que os grandes activos e o valor de uma empresa são os seus colaboradores internos e externos. Entenda-se que colaboradores internos são os quadros profissionais da empresa e os externos são os fornecedores da mesma.

 

Ignorar a importância do lado humano não é de forma alguma solução. Mais do que nunca, é preciso ficar atento às questões relacionadas com o activo mais valioso da organização, ou seja, quem participa na obtenção de todos os objectivos e metas da empresa, que são os quadros e os fornecedores.


Nesta óptica deve a organização estar preparada para cuidar da organização, devem os gestores, enquanto também organização, conhecer, ouvir, resolver, aplicar, testar, motivar os seus quadros que também são organização.


Enquanto “management staff” devem estar próximo dos diferentes níveis hierárquicos, devem conhecer as linhas operacionais, devem conhecer o produto ou serviço que vendem e sobretudo com que qualidade, do ponto de vista pessoal e organizacional, os diferentes níveis da empresa, se relacionam com os clientes.


Também os Recursos Humanos são fundamentais e estratégicos nesta lógica, dado que, têm como responsabilidades: atrair talentos; recrutar os colaboradores certos para os lugares certos; criar e gerir planos de formação para o desenvolvimento dos profissionais; desenvolver em cada profissional uma visão de 360° relativamente ao negócio da empresa e ao seu mercado; desenvolver um espírito de equipa global; realizar conjuntamente com as chefias avaliações e planos de evolução individuais; conhecer o perfil de cada colaborador e estabelecer planos de evolução de carreira. Entre muitas outras responsabilidades.


Os colaboradores externos, sejam grandes empresas sejam empresários em nome individual, são fundamentais porque trazem matéria prima, produtos ou serviços especializados com regularidade ou pontualmente, permitindo assim uma maior flexibilidade para a empresa e um foco da mesma no seu "core business". O modelo de selecção de um fornecedor deve ter sempre como ponto fundamental a máxima qualidade a um preço possível ou orçamentado.

 

José Duarte Ferreira

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